Institucionais para um país sem rosto

Julieta de Godoy Ladeira

Resumo


A autora, neste artigo diz que o espaço ocupado pelos meios de comunicação para a transmissão do nada pelo nada é sempre muito grande e dirigido, mas, tratando-se de uma doença de alto risco, como a Aids, que envolve toda a população, seria natural e justo que campanhas esclarecedoras, constantes, com boa frequência fossem oferecidas ao público pelo governo e também por empresas, como obrigação, não favor.

Palavras-chave


Campanhas institucionais; Realidade brasileira; Propaganda; Planejamento; Perfil

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